quarta-feira, 5 de novembro de 2008

"Quem de entre vós não renunciar a todos os seus bens não pode ser Meu discípulo"


Santa Teresa do Menino Jesus (1873-1897), carmelita, Doutora da Igreja
Carta 197, de 17/09/1896

Minha querida irmã, como podeis perguntar-me se vos será possível amar o Bom Deus como eu o amo? [...] Os meus desejos de martírio nada são, não são eles que me transmitem a confiança ilimitada que sinto no coração. A bem dizer, as riquezas espirituais tornam-nos injustos, quando nelas repousamos de forma complacente, convencidos de que são coisas grandiosas. [...] Sinto profundamente que [...] aquilo que agrada ao Bom Deus na minha pequena alma é o facto de eu amar a minha pequenez e a minha pobreza, é a esperança cega que tenho na Sua misericórdia. Eis o meu único tesouro. [...]

Ó minha querida irmã [...], compreendei que, para amar Jesus, [...] quanto mais fracas formos, mais desprovidas de desejos e de virtudes, mais estamos disponíveis para as operações desse Amor que consome e que transforma. Basta apenas o desejo de ser vítima, mas temos de consentir em permanecer pobres e sem forças, e é isso que é difícil, pois «onde encontraremos o verdadeiro pobre de espírito? Teremos de procurar bem longe», diz o salmista. E não diz que temos de o procurar entre as almas grandes, mas «bem longe», ou seja, na baixeza e no nada.

Permaneçamos, pois, bem longe de tudo quanto brilha, amemos a nossa pequenez, amemos nada sentir, e seremos pobres de espírito; e Jesus virá à nossa procura; por muito longe que estejamos, Ele nos transformará em chamas de amor. Ah, como gostaria de ser capaz de vos fazer compreender aquilo que sinto! A confiança, e só a confiança, vos conduzirá ao Amor. Não é certo que o temor conduz à Justiça? (À justiça severa, tal como é apresentada aos pecadores, mas que não é a justiça com que Jesus olhará para aqueles que O amam.) E, se vemos o caminho, corramos juntos. Sim, eu sinto que Jesus quer conceder-nos as mesmas graças, que Ele quer dar-nos gratuitamente o Seu céu.

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Imitação de Cristo

"O verdadeiro humilde é aquele que reconhece o seu nada e se alegra nas humilhações. Aqueles que se irritam quando são desprezados ainda não são perfeitos na humildade. Tudo o que nos leva a reconhecer o nosso nada deve alegrar-nos; por isso os santos se alegravam ao serem desprezados na terra." (trecho do livro de Tomás de Kempis - Imitação de Cristo)

Tenho pedido a Deus conseguir enxergar a oportunidade de me humilhar e dar o perdão quando sou ofendido, humilhado e injuriado... tenho pedido ter a consciência de que o outro, como eu, é de carne e muitas vezes não sabe o que faz quando diz algo de mim... até mesmo aquele que sabe o que fala e fala, por fraqueza, para me deixar pra baixo, quero ser fonte dessa misericódia divina para ele.

Quero muito assim, desse jeito, 'viver' que não sou mais eu quem vivo mas Cristo que vive em mim... me ilumina, Senhor!

E hoje recebo, do Dudu, um texto interessantíssimo sobre isso (http://www.cleofas.com.br/virtual/texto.php?doc=ESPIRITUALIDADE&id=esp0175).

Paz e bem!

quinta-feira, 12 de junho de 2008

XIII Estação


Vocês já pararam pra pensar naquele povo que comeu do pão multiplicado? E nos coxos, surdos, mudos e tantos outros deficientes curados por Jesus?

Muita gente vivenciou as maravilhas feitas por Jesus e muitos mais se encantavam com seu falar... aquelas palavras que resgatava a vida perdida numa vida de sofrimento, de solidão e até de escravidão.

Fico imaginando o coração dessas pessoas bater mais forte quando ouviam todo amor de Jesus em "vai, a tua fé te salvou". E a menina que ouviu "talita cume". Não se levantou somente a menina, mas também toda a sua família... E aquele que foi proíbido pelo próprio Jesus de contar a alguém o que lhe acontecera, mas que não conseguia se conter de tanta alegria de uma vida nova.

E assim crescia a fama de Jesus juntamente com a esperança do povo que tinha, naquele homem, um sonho de restaurar o reino de Israel... um sonho de igualdade para todos... um sonho sem sofrimentos...

O que aconteceu com esperança e sonhos desse povo ao ver, depois de morto, Jesus ser retirado da cruz?

Aquele Jesus que realizara muitos milagres e maravilhas, agora estava sendo retirado, morto, de um madeiro...

Acho que, conforme Jesus era retirado da cruz, ia sendo retirada, violentamente, do povo todo sopro de esperança. Eles não tinham mais em quem confiar... Estavam decepcionados...

Hoje você pode estar assim: decepcionado com alguém, achando que não tem mais esperança na sua vida, desiludido, num beco sem saída, que ninguém pode te ajudar...

É hora de colocar toda a tua esperança neste Jesus que não ficou no madeiro, mas ressucitou, vencendo a morte e trazendo vida a todos que acreditassem...

Como coração dos discípulos de Emaús, sinta o seu coração arder e a vida voltar... ainda há muito o que andar! ainda há muito o que lutar e vencer!!!

Acredite, do alto daquela cruz encontramos vida e vida em abundância!!!

Não desista, por maior que seja o nosso sofrimento, com Jesus, nosso coração sempre volta a bater.

Paz e bem!

quinta-feira, 20 de março de 2008

"Não devemos chorar a morte, que é a causa de salvação universal..."

"Sem dúvida, a morte não fazia parte da natureza, mas tornou-se natural; porque Deus não instituiu a morte ao princípio, mas deu-a como remédio. Condenada pelo pecado a um trabalho contínuo e a lamentações insuportáveis, a vida dos homens começou a ser miserável. Deus teve de pôr fim a estes males, para que a morte restituísse o que a vida tinha perdido. Com efeito, a imortalidade seria mais penosa que benéfica, se não fosse promovida pela graça".

Santo Ambrósio, na sua elegia pelo irmão defunto, Sátiro

segunda-feira, 3 de março de 2008


A história é mestra. Quem não reflete sobre o passado está fadado a repeti-lo.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008


PROCURANDO EMPREGO


Na liturgia de hoje ouvimos do Senhor: "Eu vos ensinei... para que pratiqueis" (conf. Dt 4, 5).

Nós, depois de muito estudo seja na faculdade ou num curso técnico, procuramos emprego... para praticarmos o que com muita luta aprendemos e fazer disso o nosso sustento.

Na vida espiritual a mesma coisa... Nosso Deus sempre nos ensinou o que fazer para que, fazendo na prática, possamos nos sustentar e ganhar a vida eterna.

E como nós queremos viver e não morrer, devemos praticar o que apredemos nessa "faculdade celestial"... Tivemos muitas aulas e com Jesus Cristo até aulas práticas...

Que nessa quaresma possamos ter forças para realizar o que gera vida em nós e nos outros... Praticar o perdão, a partilha, a esmola... enfim... colocar em prática o ensinamento.

Deus abençoe!

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

AH SE A PROVA FOSSE ESCRITA...

Ontem, participando da missa, escutei uma música que tinha um refrão que começava assim: "O meu Senhor me ensinou amar e me mostrou como Ele quer que eu faça...".
Daí comecei a pensar se todo esse ensinamento viesse acompanhado de uma prova... E começei a pensar nas vezes que deixo passar a oportunidade de fazer o bem. Ou seja, as vezes que "zero" uma questão.

É minha gente, a nossa vida é sim uma prova. É uma prova prática! Seria tão bom essa prova fosse teórica. Porque na teoria muita coisa é mais fácil... Falar do amor de Deus, por exemplo. Para o jovem rico não bastava observar a lei, mas a prática de tudo deixar para acompanhar Jesus.

Não perca a chance de fazer o bem (na prática é claro)... O que está valendo não é a nota 10, mas a vida eterna.

Chega de teoria...

Paz e bem!
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terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

DE NOVO?!

Como estamos na quaresma vamos falar um pouquinho mais dos exercícios espirituais.

Muitos fazem seus exercícios com abstinência de doces, comidas, refrigerantes, jogos, ..., e sabemos como é difícil deixar de fazer algo que relamente gostamos. Com essa abstinência devemos lembrar sempre que estamos em fase de mudança. Tempo de reconciliação.

É hora de tirar a maldade de nossas ações. Deixar de fazer o mal! Aprender a fazer o bem! (conf. Is 1, 16). Não adianta nada sofrermos deixando de fazer algo que gostamos apenas para dizer praticamos esses exercícios, como os carinhas que Jesus conta que entristecem o rosto para que todos saibam que estão jejuando (Mt 6, 16), e no coração não desejarmos realmente essa melhora... Deixar de comer e não lutar para fazer as pazes com o próximo... Não tomar refrigerante e não segurar a boca na hora de falar mal do outro...

Esses exercícios estão diretamente ligados a uma mudança de atitude... estão ligados a querer ser o maior, sendo o menor e servindo a todos (conf. Lc 6, 36-38).

Lembremo-nos que somos imagem e semelhança do amor e, assim sendo, amar, ser misericordioso e perdoar deveria ser algo corriqueiro em nossa vida...

Paz e bem!
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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

EU TENHO MEDO DE RODA GIGANTE

Em uma leitura desta semana, lemos que, o profeta Jonas é enviado pelo Senhor a Nínive para pregar a conversão daquele povo... Um povo mergulhado em violência e vinganças... E o rei, ao tomar ciência do conteúdo da pregação de Jonas, proclama: "Todos clamem a Deus, em alta voz; deixe cada um o seu mau caminho e converta-se da violência que há em suas mãos" (Jn 3, 8).

O rei desceu de sua majestade e entendeu que para sair desta onda de violência e mau caminho, que mais parece uma roda gigante sem início e sem fim mas que não para de rodar, era se diminuir e se reconhecer responsável por toda esta zona que acontecia na cidade...

Jonas pregava que a cidade seria destruída... E seria mesmo se os habitantes não mudassem de postura... Por causa da infidelidade e do pecado que cometeram (conf. Ez 18, 24).

No final do livro de Jonas encontramos um diálogo dele com Deus. Acho muito legal esse diálogo. Jonas, todo "rabujento" diz para o Senhor que já sabia que não destruiria a cidade por que Ele é um Deus clemente e misericordioso, de coração grande, de muita benignidade e compaixão pelos nossos males (conf. Jn 4, 2). O Senhor, então, fez crescer uma árvore em um dia e morrer no outro e respondeu ao "estressadinho" do Jonas: "Tiveste compaixão de um arbusto, pelo qual nada fizeste, que não fizeste crescer, que nasceu numa noite e numa noite morreu. E então, não hei de ter compaixão da grande cidade de Nínive, onde há mais de cento e vinte mil seres humanos, que não sabem discernir entre a sua mão direita e a sua mão esquerda, e uma inumerável multidão de animais?..." (Jn 4, 10-11).

Deus sabe das nossas limitações e sempre acredita na nossa capacidade...

Vejo que também hoje estamos em uma roda gigante... uma violência que não tem início nem fim... uma onda de vingança...

Porque muitos jovens entram na vida do crime???

Tirando os problemas políticos e sociais, muitos são alimentados por esse sentimento de vingança. Parentes e amigos mortos em confronto com a polícia ou com outros bandidos alimentam esse sentimento... como só conhecem essa realidade, é difícil encontrar a saída... é difícil sair desta roda gigante... ir contra algo que parece sua natureza. Apenas parece! Mas para fazermos essa saída mais "palpável" precisamos da colaboração de todos: eu, tu, ele,..., políticos, médicos e por aí vai...

Poderíamos aproveitar essa quaresma para fazer dos nossos exercícios espirituais uma brecha para sair de muitas rodas gigantes que assolam nossa vida.

Como o rei de Nínive, vamos reconhecer as nossas culpas e nos redimir, não colocando sacos sobre o corpo, mas mudando as atitudes (conf. Jn 3, 8) que nos prendem nessa roda que não para de girar na violência comigo e com o próximo.

Saia dessa roda gigante e vai fazer as pazes você sabe com quem...

Qual o motivo você tem pra não gostar daquela pessoa??? Sabe que nenhum relevante... e mesmo que seja, você tem a consciência que não podemos renegar a imagem e semelhança de Deus nesta pessoa.

Que por nosso Senhor Jesus Cristo o Pai possa derramar o Espírito Santo e, com Ele, possamos ter a coragem de enfrentar a maldade que o mundo coloca como nossa realidade e retomar a caminhada para o céu.

Eu sempre tive medo de roda gigante.

Paz e bem!

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terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

ACASO É ESTE O JEJUM QUE APRECIO?

Jejum, penitência e oração são totalmente destituídos de valor e de sentido se não forem vivificados pela caridade e acompanhados das obras de justiça. Assim, o jejum verdadeiramente agradável a Deus consiste em libertar-se do egoísmo e prestar alívio e ajuda ao próximo. A Igreja, abolindo quase inteiramente o preceito do jejum exterior; entendeu empenhar-se com maior força em favor dos pobres e humildes.
Durante a Quaresma, o premente convite à prática da caridade está em estreita relação com o convite ao jejum. A Quaresma ajuda-nos a descobrir as necessidades do próximo e lembra-nos que podemos encontrar a maneira de ir-lhe ao encontro, renunciando a algo de pessoal.
O jejum cumprido por amor de Deus e dos homens é sinal do desejo de conversão; neste sentido, conserva ainda hoje o seu valor.

Fonte: Mundo Católico - http://www.mundocatolico.com.br/

Paz e bem!
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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Hoje não falo nada. Melhor, não escrevo nada... Deixo que a formação do professor Felipe Aquino fale...
Estou colocando esse texto com a colaboração da Flavia (que me enviou por e-mail).

Uma boa e santa quaresma e,

Paz e bem!


Quaresma

Como viver bem esse tempo forte de meditação, oração, jejum, esmola?

Neste tempo especial de graças que é a Quaresma devemos aproveitar ao máximo para fazermos uma renovação espiritual em nossa vida. O Apóstolo São Paulo insistia: "Em nome de Cristo vos rogamos: reconciliai-vos com Deus!" (2 Cor 5, 20); "exortamo-vos a que não recebais a graça de Deus em vão. Pois ele diz: Eu te ouvi no tempo favorável e te ajudei no dia da salvação (Is 49,8). Agora é o tempo favorável, agora é o dia da salvação." (2 Cor 6, 1-2).

Cristo jejuou e rezou durante quarenta dias (um longo tempo) antes de enfrentar as tentações do demônio no deserto e nos ensinou a vencê-lo pela oração e pelo jejum. Da mesma forma a Igreja quer ensinar-nos como vencer as tentações de hoje. Daí surgiu a Quaresma.

Na Quarta-Feira de Cinzas, quando ela começa, os sacerdotes colocam um pouquinho de cinzas sobre a cabeça dos fiéis na Missa. O sentido deste gesto é de lembrar que um dia a vida termina neste mundo, "voltamos ao pó" que as cinzas lembram. Por causa do pecado, Deus disse a Adão: "És pó, e ao pó tu hás de tornar". (Gênesis 2, 19)

Este sacramental da Igreja lembra-nos que estamos de passagem por este mundo, e que a vida de verdade, sem fim, começa depois da morte; e que, portanto, devemos viver em função disso. As cinzas humildemente nos lembram que após a morte prestaremos contas de todos os nossos atos, e de todas as graças que recebemos de Deus nesta vida, a começar da própria vida, do tempo, da saúde, dos bens, etc.

Esses quarenta dias, devem ser um tempo forte de meditação, oração, jejum, esmola ('remédios contra o pecado'). É tempo para se meditar profundamente a Bíblia, especialmente os Evangelhos, a vida dos Santos, viver um pouco de mortificação (cortar um doce, deixar a bebida, cigarro, passeios, churrascos, a TV, alguma diversão, etc.) com a intenção de fortalecer o espírito para que possa vencer as fraquezas da carne.

Na Oração da Missa de Cinzas a Igreja reza: "Concedei-nos ó Deus todo poderoso, iniciar com este dia de jejum o tempo da Quaresma para que a penitência nos fortaleça contra o espírito do Mal".

Sabemos como devemos viver, mas não temos força espiritual para isso. A mortificação fortalece o espírito. Não é a valorização do sacrifício por ele mesmo, e de maneira masoquista, mas pelo fruto de conversão e fortalecimento espiritual que ele traz; é um meio, não um fim.

Quaresma é um tempo de "rever a vida" e abandonar o pecado (orgulho, vaidade, arrogância, prepotência, ganância, pornografia, sexismo, gula, ira, inveja, preguiça, mentira, etc.). Enfim, viver o que Jesus recomendou: "Vigiai e orai, porque o espírito é forte mas a carne é fraca".

Embora este seja um tempo de oração e penitência mais profundas, não deve ser um tempo de tristeza, ao contrário, pois a alma fica mais leve e feliz. O prazer é satisfação do corpo, mas a alegria é a satisfação da alma.

Santo Agostinho dizia que "o pecador não suporta nem a si mesmo", e que "os teus pecados são a tua tristeza; deixa que a santidade seja a tua alegria". A verdadeira alegria brota no bojo da virtude, da graça; então, a Quaresma nos traz um tempo de paz, alegria e felicidade, porque chegamos mais perto de Deus.

Para isso podemos fazer uma confissão bem feita; o meio mais eficaz para se livrar do pecado. Jesus instituiu a confissão em sua primeira aparição aos discípulos, no mesmo domingo da Ressurreição (Jo 20,22) dizendo-lhes: "a quem vocês perdoarem os pecados, os pecados estarão perdoados". Não há graça maior do que ser perdoado por Deus, estar livre das misérias da alma e estar em paz com a consciência.

Jesus quis que nos confessemos com o sacerdote da Igreja, seu ministro, porque ele também é fraco e humano, e pode nos compreender, orientar e perdoar pela autoridade de Deus. Especialmente aqueles que há muito não se confessam, têm na Quaresma uma graça especial de Deus para se aproximar do confessor e entregar a Cristo nele representado, as suas misérias.

Uma prática muito salutar que a Igreja nos recomenda durante a Quaresma, uma vez por semana, é fazer o exercício da Via Sacra, na igreja, recordando e meditando a Paixão de Cristo e todo o seu sofrimento para nos salvar. Isto aumenta em nós o amor a Jesus e aos outros.

Não podemos esquecer também que a Santa Missa é a prática de piedade mais importante da fé católica, e que dela devemos participar, se possível, todos os dias da Quaresma. Na Missa estamos diante do Calvário, o mesmo e único Calvário. Sim, não é a repetição do Calvário, nem apenas a sua "lembrança", mas a sua "presentificação"; é a atualização do Sacrifício único de Jesus. A Igreja nos lembra que todas as vezes que participamos bem da Missa, "torna-se presente a nossa redenção".

Assim podemos viver bem a Quaresma e participar bem da Páscoa do Senhor, enriquecendo a nossa alma com as suas graças extraordinárias; podendo ser melhor e viver melhor.

Felipe Aquino

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008


Cartão que ganhei de aniversário, há um tempão... Uma das lembranças da ETEJK... 2008 - 10 anos da conclusão do curso técnico em eletrotécnica.
Paz e bem!
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segunda-feira, 28 de janeiro de 2008


Dia 25/01/2008: Noite do Videokê
Dia 26/01/2008: Noite Bamba (Festa Ploc)
Dia 27/01/2008: Bandas FAC e Níkh
Dia 28/01/2008: Bandas Frutos do Espírito e Sede de Deus
Dia 29/01/2008: Bandas Resgate Divino e Fanuel
Dia 30/01/2008: Noite do Pagode
Dia 31/01/2008: Noite MPB
Dia 01/02/2008: Noite Infantil (com animação, esquetes, palhaços, brindes para crianças)
Dia 02/02/2008: Baile Cristão de Carnaval
Dia 03/02/2008: DIA DO PADROEIRO (jam's sessions o dia inteiro)
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Até quando conseguirei conviver com meus fracassos?

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

"Vem pescar comigo"

Foi o que Jesus pediu a Pedro vendo-o em seus afazeres (cf. Mt 4, 18-19).

Jesus poderia tê-lo chamado pra ser construtor, marceneiro (Jesus era marceneiro). Mas não, Jesus quis chamar Pedro para fazer o que ele sabia. Só que em outro mar, onde tinha uns peixes mais 'graúdos'. O chamou para navegar por Cafarnaum, Samaria e toda Judéia pescando almas para o reino.

A pescaria era o sustento de Pedro e de sua família... e continou sendo o sustento com esse chamando, mas não só para ele e seus entes, como também para todo o povo de Deus que peregrinava naquela época e peregrina até hoje. Um sustento para a alma.

Um pescador que deixando ser orientado por Jesus encheu as redes a ponto delas não suportarem a quantidade pescada. Um pescador que converteu milhares quando se deixou ser guiado pelo Espírito Santo... Esse pescador, de homens, que conduziu os apóstolos e conduz até hoje com seus ensinamentos e testemunho.

E Deus nos chama naquilo que sabemos e gostamos de fazer. Para que aumente o nosso mar e a nossa pesca, como fez com Pedro. Basta nos colocarmos como empregados perguntando ao mestre o que fazer e onde fazer... porque, como fazer nós já sabemos. Foi pra isso que ele nos chamou.

Boa pescaria para nós, que estamos todos nessa grande barca de Pedro.

Paz e bem!