sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

O pecado e o Perdão

reconhecimento do pecado > não > arrogância/soberba
\/
sim
\/
arrependimento > não > afastamento de Deus e da comunidade
\/
sim
\/
propósito de mudança > não > reincidência no mesmo pecado
\/
sim
\/
celebração do sacramento (por um sacerdote) > não > sentimento de culpa
\/
sim
\/
perdão (reconhecimento da misericórdia de Deus) > não > desesperança
\/
sim
\/
penitência > não > sentimento de dever não cumprido
\/
sim
\/
alegria e alívio


fonte desconhecida

Mensagem de Bento XVI para a Quaresma 2009

Queridos irmãos e irmãs!

No início da Quaresma, que constitui um caminho de treino espiritual mais intenso, a Liturgia propõe-nos três práticas penitenciais muito queridas à tradição bíblica e cristã – a oração, a esmola, o jejum – a fim de nos predispormos para celebrar melhor a Páscoa e deste modo fazer experiência do poder de Deus que, como ouviremos na Vigília pascal, «derrota o mal, lava as culpas, restitui a inocência aos pecadores, a alegria aos aflitos. Dissipa o ódio, domina a insensibilidade dos poderosos, promove a concórdia e a paz» (Hino pascal). Na habitual Mensagem quaresmal, gostaria de reflectir este ano em particular sobre o valor e o sentido do jejum. De facto a Quaresma traz à mente os quarenta dias de jejum vividos pelo Senhor no deserto antes de empreender a sua missão pública. Lemos no Evangelho: «O Espírito conduziu Jesus ao deserto a fim de ser tentado pelo demónio. Jejuou durante quarenta dias e quarenta noites e, por fim, teve fome» (Mt 4, 1-2). Como Moisés antes de receber as Tábuas da Lei (cf. Êx 34, 28), como Elias antes de encontrar o Senhor no monte Oreb (cf. 1 Rs 19, 8), assim Jesus rezando e jejuando se preparou para a sua missão, cujo início foi um duro confronto com o tentador.

Podemos perguntar que valor e que sentido tem para nós, cristãos, privar-nos de algo que seria em si bom e útil para o nosso sustento. As Sagradas Escrituras e toda a tradição cristã ensinam que o jejum é de grande ajuda para evitar o pecado e tudo o que a ele induz. Por isto, na história da salvação é frequente o convite a jejuar. Já nas primeiras páginas da Sagrada Escritura o Senhor comanda que o homem se abstenha de comer o fruto proibido: «Podes comer o fruto de todas as árvores do jardim; mas não comas o da árvore da ciência do bem e do mal, porque, no dia em que o comeres, certamente morrerás» (Gn 2, 16-17). Comentando a ordem divina, São Basílio observa que «o jejum foi ordenado no Paraíso», e «o primeiro mandamento neste sentido foi dado a Adão». Portanto, ele conclui: «O "não comas" e, portanto, a lei do jejum e da abstinência» (cf. Sermo de jejunio: PG 31, 163, 98). Dado que todos estamos estorpecidos pelo pecado e pelas suas consequências, o jejum é-nos oferecido como um meio para restabelecer a amizade com o Senhor. Assim fez Esdras antes da viagem de regresso do exílio à Terra Prometida, convidando o povo reunido a jejuar «para nos humilhar – diz – diante do nosso Deus» (8, 21). O Omnipotente ouviu a sua prece e garantiu os seus favores e a sua protecção. O mesmo fizeram os habitantes de Ninive que, sensíveis ao apelo de Jonas ao arrependimento, proclamaram, como testemunho da sua sinceridade, um jejum dizendo: «Quem sabe se Deus não Se arrependerá, e acalmará o ardor da Sua ira, de modo que não pereçamos?» (3, 9). Também então Deus viu as suas obras e os poupou.

No Novo Testamento, Jesus ressalta a razão profunda do jejum, condenando a atitude dos fariseus, os quais observaram escrupulosamente as prescrições impostas pela lei, mas o seu coração estava distante de Deus. O verdadeiro jejum, repete também noutras partes o Mestre divino, é antes cumprir a vontade do Pai celeste, o qual «vê no oculto, recompensar-te-á» (Mt 6, 18). Ele próprio dá o exemplo respondendo a satanás, no final dos 40 dias transcorridos no deserto, que «nem só de pão vive o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus» (Mt 4, 4). O verdadeiro jejum finaliza-se portanto a comer o «verdadeiro alimento», que é fazer a vontade do Pai (cf. Jo 4, 34). Portanto, se Adão desobedeceu ao mandamento do Senhor «de não comer o fruto da árvore da ciência do bem e do mal», com o jejum o crente deseja submeter-se humildemente a Deus, confiando na sua bondade e misericórdia.

Encontramos a prática do jejum muito presente na primeira comunidade cristã (cf. Act 13, 3; 14, 22; 27, 21; 2 Cor 6, 5). Também os Padres da Igreja falam da força do jejum, capaz de impedir o pecado, de reprimir os desejos do «velho Adão», e de abrir no coração do crente o caminho para Deus. O jejum é também uma prática frequente e recomendada pelos santos de todas as épocas. Escreve São Pedro Crisólogo: «O jejum é a alma da oração e a misericórdia é a vida do jejum, portanto quem reza jejue. Quem jejua tenha misericórdia. Quem, ao pedir, deseja ser atendido, atenda quem a ele se dirige. Quem quer encontrar aberto em seu benefício o coração de Deus não feche o seu a quem o suplica» (Sermo 43; PL 52, 320.332).

Nos nossos dias, a prática do jejum parece ter perdido um pouco do seu valor espiritual e ter adquirido antes, numa cultura marcada pela busca da satisfação material, o valor de uma medida terapêutica para a cura do próprio corpo. Jejuar sem dúvida é bom para o bem-estar, mas para os crentes é em primeiro lugar uma «terapia» para curar tudo o que os impede de se conformarem com a vontade de Deus. Na Constituição apostólica Paenitemini de 1966, o Servo de Deus Paulo VI reconhecia a necessidade de colocar o jejum no contexto da chamada de cada cristão a «não viver mais para si mesmo, mas para aquele que o amou e se entregou a si por ele, e... também a viver pelos irmãos» (Cf. Cap. I). A Quaresma poderia ser uma ocasião oportuna para retomar as normas contidas na citada Constituição apostólica, valorizando o significado autêntico e perene desta antiga prática penitencial, que pode ajudar-nos a mortificar o nosso egoísmo e a abrir o coração ao amor de Deus e do próximo, primeiro e máximo mandamento da nova Lei e compêndio de todo o Evangelho (cf. Mt 22, 34-40).

A prática fiel do jejum contribui ainda para conferir unidade à pessoa, corpo e alma, ajudando-a a evitar o pecado e a crescer na intimidade com o Senhor. Santo Agostinho, que conhecia bem as próprias inclinações negativas e as definia «nó complicado e emaranhado» (Confissões, II, 10.18), no seu tratado A utilidade do jejum,escrevia: «Certamente é um suplício que me inflijo, mas para que Ele me perdoe; castigo-me por mim mesmo para que Ele me ajude, para aprazer aos seus olhos, para alcançar o agrado da sua doçura» (Sermo 400, 3, 3: L 40, 708). Privar-se do sustento material que alimenta o corpo facilita uma ulterior disposição para ouvir Cristo e para se alimentar da sua palavra de salvação. Com o jejum e com a oração permitimos que Ele venha saciar a fome mais profunda que vivemos no nosso íntimo: a fome e a sede de Deus.

Ao mesmo tempo, o jejum ajuda-nos a tomar consciência da situação na qual vivem tantos irmãos nossos. Na sua Primeira Carta São João admoesta: «Aquele que tiver bens deste mundo e vir o seu irmão sofrer necessidade, mas lhe fechar o seu coração, como estará nele o amor de Deus?» (3, 17). Jejuar voluntariamente ajuda-nos a cultivar o estilo do Bom Samaritano, que se inclina e socorre o irmão que sofre (cf. Enc. Deus caritas est, 15). Escolhendo livremente privar-nos de algo para ajudar os outros, mostramos concretamente que o próximo em dificuldade não nos é indiferente. Precisamente para manter viva esta atitude de acolhimento e de atenção para com os irmãos, encorajo as paróquias e todas as outras comunidades a intensificar na Quaresma a prática do jejum pessoal e comunitário, cultivando de igual modo a escuta da Palavra de Deus, a oração e a esmola. Foi este, desde o início o estilo da comunidade cristã, na qual eram feitas colectas especiais (cf. 2 Cor 8-9; Rm 15, 25-27), e os irmãos eram convidados a dar aos pobres quanto, graças ao jejum, tinham poupado (cf. Didascalia Ap., V, 20, 18). Também hoje esta prática deve ser redescoberta e encorajada, sobretudo durante o tempo litúrgico quaresmal.

De quanto disse sobressai com grande clareza que o jejum representa uma prática ascética importante, uma arma espiritual para lutar contra qualquer eventual apego desordenado a nós mesmos. Privar-se voluntariamente do prazer dos alimentos e de outros bens materiais, ajuda o discípulo de Cristo a controlar os apetites da natureza fragilizada pela culpa da origem, cujos efeitos negativos atingem toda a personalidade humana. Exorta oportunamente um antigo hino litúrgico quaresmal: «Utamur ergo parcius, / verbis, cibis et potibus, / somno, iocis et arcitius / perstemus in custodia – Usemos de modo mais sóbrio palavras, alimentos, bebidas, sono e jogos, e permaneçamos mais atentamente vigilantes».

Queridos irmãos e irmãos, considerando bem, o jejum tem como sua finalidade última ajudar cada um de nós, como escrevia o Servo de Deus Papa João Paulo II, a fazer dom total de si a Deus (cf. Enc. Veritatis splendor, 21). A Quaresma seja portanto valorizada em cada família e em cada comunidade cristã para afastar tudo o que distrai o espírito e para intensificar o que alimenta a alma abrindo-a ao amor de Deus e do próximo. Penso em particular num maior compromisso na oração, na lectio divina, no recurso ao Sacramento da Reconciliação e na participação activa na Eucaristia, sobretudo na Santa Missa dominical. Com esta disposição interior entremos no clima penitencial da Quaresma. Acompanhe-nos a Bem-Aventurada Virgem Maria, Causa nostrae laetitiae, e ampare-nos no sforço de libertar o nosso coração da escravidão do pecado para o tornar cada vez mais «tabernáculo vivo de Deus». Com estes votos, ao garantir a minha oração para que cada crente e comunidade eclesial percorra um proveitoso itinerário quaresmal, concedo de coração a todos a Bênção Apostólica.

Vaticano, 11 de Dezembro de 2008.

BENEDICTUS PP. XVI

[Tradução do original italiano distribuída pela Santa Sé © Copyright 2009 - Libreria Editrice Vaticana]

Fonte: zenit.org

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

O pão

No evangelho de ontem Jesus relembra seus discípulos das maravilhas na multiplicação dos pães, ao saber que estavam resmungando que tinham, no barco com eles, "apenas" um pãozinho...

Em nossas vidas temos momentos em que não acreditamos ter condições fazer muita coisa para o Senhor porque temos tão pouco tempo, tão pouca gente, tão pouco dinheiro. Ou seja, temos apenas um pãozinho conosco...

Temos que por em mente, e principalmente no nosso "core", que com esse pãozinho podemos dar de comer a multidões porque pra Deus nada é impossível (cf. Lc 1,37).

Esse pãozinho é você. Deixe-se ser partido... Coloque-se a serviço do Rei... Um pãozinho pequeno, limitado, tímido e inseguro que nas mãos de Jesus será, milagrosamente, multiplicado para que a Sua doce voz chegue aos corações famintos. E ainda vai sobrar alguns cestos... rs

Com Jesus você é o Pão!

Paz e bem!
6ª semana do Tempo Comum - 3ª feira
Mc 8,14-21

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Um grande abraço...

Hoje senti receber um grande abraço de Deus... é tão bom servir um Deus amoroso e que me ama incondicionalmente...

Você já se sentiu assim?

Paz e bem!

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

"Quem de entre vós não renunciar a todos os seus bens não pode ser Meu discípulo"


Santa Teresa do Menino Jesus (1873-1897), carmelita, Doutora da Igreja
Carta 197, de 17/09/1896

Minha querida irmã, como podeis perguntar-me se vos será possível amar o Bom Deus como eu o amo? [...] Os meus desejos de martírio nada são, não são eles que me transmitem a confiança ilimitada que sinto no coração. A bem dizer, as riquezas espirituais tornam-nos injustos, quando nelas repousamos de forma complacente, convencidos de que são coisas grandiosas. [...] Sinto profundamente que [...] aquilo que agrada ao Bom Deus na minha pequena alma é o facto de eu amar a minha pequenez e a minha pobreza, é a esperança cega que tenho na Sua misericórdia. Eis o meu único tesouro. [...]

Ó minha querida irmã [...], compreendei que, para amar Jesus, [...] quanto mais fracas formos, mais desprovidas de desejos e de virtudes, mais estamos disponíveis para as operações desse Amor que consome e que transforma. Basta apenas o desejo de ser vítima, mas temos de consentir em permanecer pobres e sem forças, e é isso que é difícil, pois «onde encontraremos o verdadeiro pobre de espírito? Teremos de procurar bem longe», diz o salmista. E não diz que temos de o procurar entre as almas grandes, mas «bem longe», ou seja, na baixeza e no nada.

Permaneçamos, pois, bem longe de tudo quanto brilha, amemos a nossa pequenez, amemos nada sentir, e seremos pobres de espírito; e Jesus virá à nossa procura; por muito longe que estejamos, Ele nos transformará em chamas de amor. Ah, como gostaria de ser capaz de vos fazer compreender aquilo que sinto! A confiança, e só a confiança, vos conduzirá ao Amor. Não é certo que o temor conduz à Justiça? (À justiça severa, tal como é apresentada aos pecadores, mas que não é a justiça com que Jesus olhará para aqueles que O amam.) E, se vemos o caminho, corramos juntos. Sim, eu sinto que Jesus quer conceder-nos as mesmas graças, que Ele quer dar-nos gratuitamente o Seu céu.

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Imitação de Cristo

"O verdadeiro humilde é aquele que reconhece o seu nada e se alegra nas humilhações. Aqueles que se irritam quando são desprezados ainda não são perfeitos na humildade. Tudo o que nos leva a reconhecer o nosso nada deve alegrar-nos; por isso os santos se alegravam ao serem desprezados na terra." (trecho do livro de Tomás de Kempis - Imitação de Cristo)

Tenho pedido a Deus conseguir enxergar a oportunidade de me humilhar e dar o perdão quando sou ofendido, humilhado e injuriado... tenho pedido ter a consciência de que o outro, como eu, é de carne e muitas vezes não sabe o que faz quando diz algo de mim... até mesmo aquele que sabe o que fala e fala, por fraqueza, para me deixar pra baixo, quero ser fonte dessa misericódia divina para ele.

Quero muito assim, desse jeito, 'viver' que não sou mais eu quem vivo mas Cristo que vive em mim... me ilumina, Senhor!

E hoje recebo, do Dudu, um texto interessantíssimo sobre isso (http://www.cleofas.com.br/virtual/texto.php?doc=ESPIRITUALIDADE&id=esp0175).

Paz e bem!

quinta-feira, 12 de junho de 2008

XIII Estação


Vocês já pararam pra pensar naquele povo que comeu do pão multiplicado? E nos coxos, surdos, mudos e tantos outros deficientes curados por Jesus?

Muita gente vivenciou as maravilhas feitas por Jesus e muitos mais se encantavam com seu falar... aquelas palavras que resgatava a vida perdida numa vida de sofrimento, de solidão e até de escravidão.

Fico imaginando o coração dessas pessoas bater mais forte quando ouviam todo amor de Jesus em "vai, a tua fé te salvou". E a menina que ouviu "talita cume". Não se levantou somente a menina, mas também toda a sua família... E aquele que foi proíbido pelo próprio Jesus de contar a alguém o que lhe acontecera, mas que não conseguia se conter de tanta alegria de uma vida nova.

E assim crescia a fama de Jesus juntamente com a esperança do povo que tinha, naquele homem, um sonho de restaurar o reino de Israel... um sonho de igualdade para todos... um sonho sem sofrimentos...

O que aconteceu com esperança e sonhos desse povo ao ver, depois de morto, Jesus ser retirado da cruz?

Aquele Jesus que realizara muitos milagres e maravilhas, agora estava sendo retirado, morto, de um madeiro...

Acho que, conforme Jesus era retirado da cruz, ia sendo retirada, violentamente, do povo todo sopro de esperança. Eles não tinham mais em quem confiar... Estavam decepcionados...

Hoje você pode estar assim: decepcionado com alguém, achando que não tem mais esperança na sua vida, desiludido, num beco sem saída, que ninguém pode te ajudar...

É hora de colocar toda a tua esperança neste Jesus que não ficou no madeiro, mas ressucitou, vencendo a morte e trazendo vida a todos que acreditassem...

Como coração dos discípulos de Emaús, sinta o seu coração arder e a vida voltar... ainda há muito o que andar! ainda há muito o que lutar e vencer!!!

Acredite, do alto daquela cruz encontramos vida e vida em abundância!!!

Não desista, por maior que seja o nosso sofrimento, com Jesus, nosso coração sempre volta a bater.

Paz e bem!

quinta-feira, 20 de março de 2008

"Não devemos chorar a morte, que é a causa de salvação universal..."

"Sem dúvida, a morte não fazia parte da natureza, mas tornou-se natural; porque Deus não instituiu a morte ao princípio, mas deu-a como remédio. Condenada pelo pecado a um trabalho contínuo e a lamentações insuportáveis, a vida dos homens começou a ser miserável. Deus teve de pôr fim a estes males, para que a morte restituísse o que a vida tinha perdido. Com efeito, a imortalidade seria mais penosa que benéfica, se não fosse promovida pela graça".

Santo Ambrósio, na sua elegia pelo irmão defunto, Sátiro

segunda-feira, 3 de março de 2008


A história é mestra. Quem não reflete sobre o passado está fadado a repeti-lo.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008


PROCURANDO EMPREGO


Na liturgia de hoje ouvimos do Senhor: "Eu vos ensinei... para que pratiqueis" (conf. Dt 4, 5).

Nós, depois de muito estudo seja na faculdade ou num curso técnico, procuramos emprego... para praticarmos o que com muita luta aprendemos e fazer disso o nosso sustento.

Na vida espiritual a mesma coisa... Nosso Deus sempre nos ensinou o que fazer para que, fazendo na prática, possamos nos sustentar e ganhar a vida eterna.

E como nós queremos viver e não morrer, devemos praticar o que apredemos nessa "faculdade celestial"... Tivemos muitas aulas e com Jesus Cristo até aulas práticas...

Que nessa quaresma possamos ter forças para realizar o que gera vida em nós e nos outros... Praticar o perdão, a partilha, a esmola... enfim... colocar em prática o ensinamento.

Deus abençoe!